terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Boas e Joviais Festas!

Neste dia especial, venho desejar-vos alguns votos que alguém escreveu por mim, de forma brilhante. Refiro-me à música de Bob Dylan, Forever Young, que, curiosamente, também é a música de abertura da série Parenthood, também ela uma agradável surpresa. 
Esta época traduz-se por sentimentos de amor, união, perdão (aos outros e até a nós próprios!) o que leva a um desejo de renovação! Desta forma, 2014 surge repleto de novas motivações, por vezes demasiado ambiciosas e listas infindáveis de novos propósitos que ao fim de algum tempo vão esmorecendo e ficam esquecidos pelas gavetas da memória. Apesar disso, de forma optimista, optei por

domingo, 1 de dezembro de 2013

Psi pródiga, ao Agir e Sentir retorna! E a propósito: Pais e Filhos!

Após uma temporada de trabalho árduo, dedicada a uma tarefa pessoal de investimento académico, que invariavelmente me levou para longe das terras deste nosso espaço, voltei de malas e bagagens. Neste sentido, como esta actividade emprestou muito do tempo que era do Agir e Sentir, resolvi partilhar um bocadinho (inho, inho, inho,...) do meu trabalho. Por motivos clínicos, trabalho frequentemente com famílias. Assim, optei por aprofundar os estudos que a violência nas relações entre pais e filhos apresenta sobre os jovens adultos e enfatizar os benefícios de assumir e comunicar o conflito, dentro do seio familiar. Em todas famílias existem diferenças inultrapassáveis, que geram atritos e mal-estar geral. Ao reconhecer que nenhuma família é perfeita e que o conflito é comum, será mais fácil e normal abordar esta temática, de uma forma saudável. Já que existe e que é geral, porque não aceitar e aprender a