sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Dar e receber devia ser a nossa forma de viver

Olá a todos!

Estamos plenamente inseridos na época mais luminosa do ano. Sempre imbuídos de um espírito festivo, conseguimos dividir esta época em dois momentos. A primeira fase, o Natal, tem um sabor agridoce, em que tudo é intenso. Sentimos a vontade de estar com quem se gosta e a vontade de conseguir passar dias a fio sem conflitos, o empenho de oferecer prendas e o mesmo empenho em não se enfiar em superfícies comerciais atafulhadas em cansaço e pressa, o querer comer fartamente e a exigência de não ter consequências de excessos, o desejo de ter tudo pronto a tempo, em simultâneo com o desejo de, simplesmente, esparramar-se num sofá quente a olhar para ontem, um amor a esta fase de fraternidade misturada com umas saudades paralisantes de quem já não podemos dar a mão. É uma fase que nos brinda com sentimentos muito ambivalentes. Como, surpreendentemente, conseguimos fazer um pouco de tudo e um pouco de nada, a verdade é que

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Sim, aceito ser feliz (até que a preguiça nos separe)

Olá a todos!

O Relatório Mundial da Felicidade de 2017 indica que Portugal, este país à beira mar plantado, encontra-se na 89ª posição de entre os países mais felizes. Curiosidades complementares a este estudo, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), existem 193 países. Nesta contabilização existem alguns senãos ausentes, como a Gronelândia, pertencente à Dinamarca, a República da China ou até países observadores, como o Vaticano ou a Palestina (vamos esperar que o segredo da felicidade não se encerre nestas ausências). Este estudo é feito com aproximadamente 3000 respondentes e 155 países. A Noruega surge como líder, seguida pela Dinamarca (a quem destronou) e a Islândia encerra este pódio da felicidade, sendo que os países nórdicos ocupam cinco das dez primeiras posições. Os países menos felizes são Ruanda, Síria, Tanzânia, Burindi e, por último, República Africana Central. Estas opções não surpreendem, já que, tendencialmente, são locais que passaram por guerra, desastres naturais e dificuldades sociais.

"Os países mais felizes são aqueles e em que há um equilíbrio saudável 
na prosperidade e um alto capital social, o que leva a uma confiança 
na sociedade, baixos níveis de desigualdade e confiança no governo". 


Factores do estudo que determinam a felicidade
ü  PIB per capita, ie, a riqueza por pessoa
ü  Expectativa de anos de vida saudável
ü  Suporte social
ü  Percepção de ausência de corrupção 
ü  Liberdade para tomar decisões 
ü  Generosidade


Esta análise permite ver que, ao nível pessoal, a forma a aumentar a nossa felicidade passa por: